Tadeu Schmidt usa extintor de incêndio para apagar fogo em comida

Tadeu Schmidt usa extintor de incêndio para apagar fogo em comida
Tadeu Schmidt usa extintor de incêndio para apagar fogo em comida
Tadeu Schmidt usa extintor de incêndio para apagar fogo em comida

“Passei por um dos momentos mais assustadores da minha vida”

Tadeu Schmidt compartilhou com os seguidores do Instagram um susto que teve recentemente em casa ao esquentar comida. O alimento pegou fogo e, segundo ele, “as labaredas subiam pela frente do forno”. O apresentador disse que, pela primeira vez na vida, usou um extintor de incêndio. Com uma foto publicada nesta sexta-feira, 3, na rede social, ele contou que sempre coloca a comida que chega por delivery para esquentar de novo.

“Só que, desta vez, eu fiz alguma coisa errada. Quando a Valentina (filha do apresentador) foi tirar as batatas, elas estavam em chamas! As labaredas subiam pela frente do forno. Eram grandes e assustadoras! Que pânico!”, descreveu Schmidt.

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Está tudo bem!!!! Só estou postando porque está tudo bem. Mas tive que usar um extintor de incêndio pela primeira vez na vida! Passei por um dos momentos mais assustadores da minha vida! A história é a seguinte: Pra dar um descanso pra nossa cozinheira improvisada, resolvemos pedir comida. Sempre botamos a comida de delivery pra esquentar de novo, como uma precaução extra contra o Coronavírus. Só que, desta vez, eu fiz alguma coisa errada. Quando a Valentina foi tirar as batatas, elas estavam em chamas! As labaredas subiam pela frente do forno. Eram grandes e assustadoras! Que pânico!!! Pensei em tanta coisa… “E se o fogo se espalhar pela cozinha?!” “Tem garrafas de álcool na área de serviço!” “E se virar um incêndio incontrolável e destruir minha casa?!” “Se eu pegar a vasilha pra botar lá fora vou me queimar!” Depois de alguns segundos de desespero, lembrei-me do extintor que fica ao lado do elevador e apaguei o fogo! Nem lembro como quebrei o lacre do extintor… Que pavor!!!! A vida da gente tá tranquila e, num descuido, pode acontecer uma tragédia. Claro que essa foto foi tirada vários minutos depois, quando meu coração já tinha voltado ao ritmo normal, apenas pra contar esta história pra vocês. Só me resta voltar pra faxina e deixar a cozinha com quem não põe nossa integridade em risco. 🙈🤦🏻‍♂️ #fogo #fornopegandofogo #quaseumincêndio #perigo #chamas #labaredas #desespero #extintordeincêndio #agoraacozinheiravaiterquesevirarsónofogão ———————————— 🔥

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O apresentador disse que pensou em muitas possibilidades que poderiam ter ocorrido, como o fogo se espalhar pela cozinha, um incêndio sem controle destruir a residência dele e se queimar caso pegasse o recipiente. “Depois de alguns segundos de desespero, lembrei-me do extintor que fica ao lado do elevador e apaguei o fogo”, disse.

Schmidt explicou que a foto foi tirada algum tempo depois de se acalmar, porque a situação, segundo disse, foi um “pavor”.

Neste sábado, 4, ele voltou a postar sobre o assunto. Disse que, dois dias antes do sinistro, parou pela primeira vez na vida para ler as instruções do extintor de incêndio instalado no hall do andar do edifício em que mora: “Sempre achei que o extintor enfeiava o meu hall do elevador”.

Fonte: Oliberal.com

Os maiores incêndios do Brasil antes de Santa Maria

Maiores Incêndios do Brasil
Maiores Incêndios do Brasil
Maiores Incêndios do Brasil

A tragédia da boate Kiss, em Santa Maria (RS), entra para a história brasileira como o maior incêndio dos últimos 50 anos – e o segundo maior no país em vítimas fatais.

São Paulo – O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, chocou o Brasil: são 231 mortes confirmadas (a maioria por asfixiamento dentro da casa lotada e com apenas uma saída) e dezenas de feridos – muitos ainda em estado grave. A tragédia foi a segunda maior do Brasil em número de vítimas fatais. 

Confira outros 9 grandes incêndios que comoveram o país e também terminaram com muitas vidas perdidas:

Tragédia do Gran Circus Norte-Americano (RJ)

Em 1961, um ex-funcionário do Circo quis se vingar do chefe após ter sido demitido. Adilson Alves tinha antecedentes criminais e problemas psicológicos. Junto com dois comparsas, usou gasolina para colocar fogo na lona que, feita de uma composição com parafina, se incendiou com rapidez e caiu em cima das quase três mil pessoas que assistiam ao espetáculo.

No local, 503 pessoas morreram, 70% das vítimas eram crianças. Mais de mil pessoas ficaram feridas. 

Edifício Joelma (SP)

Em 1974, um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado no 12º andar do prédio paulistano deu início a um incêndio que se espalhou rapidamente pelos móveis de madeira, pisos acarpetados e forros internos de fibra sintética. Em pouco tempo, as escadas foram tomadas pelo fogo e pela fumaça, impedindo as pessoas de evacuarem o prédio.

Mais de 180 pessoas morreram no incêndio que reacendeu as discussões sobre segurança e preparo para prevenção e combate a incêndios.

Vazamento em Cubatão (SP)

Em 1984, centenas de litros de gasolina foram espalhados no mangue próximo a uma favela em Cubatão por conta de um vazamento. Pouco tempo depois, uma ignição causou o incêndio do material e matou vários moradores.

Segundo os número oficiais, foram 93 mortes.

Lojas Renner (RS)

Em 1976, um edifício onde funcionava as Lojas Renner em Porto Alegre sofreu um incêndio que matou 41 pessoas e deixou outras 60 feridas. Muitas vítimas se jogaram do prédio de sete andares, que não tinha um terraço apropriado para resgate por helicópteros.

Edifício Andorinha (RJ)

No Rio de Janeiro, um prédio no centro da cidade sofreu um curto-circuito no sistema elétrico que, em 1986, gerou um incêndio que matou 21 pessoas e feriu mais de 50.

Edifício Grande Avenida (SP)

Dois anos antes da tragédia no edifício Joelma, um prédio também paulistano já tinha passado por situação similar. Em 1972, um fogo de causa ainda desconhecida – imagina-se que tenha ocorrido uma sobrecarga no sistema elétrico – se espalhou pelo prédio no centro de São Paulo e chegou a causar explosões que fizeram o edifício tremer. O evento foi televisionado ao vivo e a população se chocou com as cenas de pessoas se atirando do prédio. A maioria dos sobreviventes conseguiu chegar ao último andar do edifício e aguardou resgate de lá.

Foram 16 mortos e 330 feridos.

Creche Uruguaiana (RS)

Em 2000, um curto-circuito em um aquecedor incendiou uma creche em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Doze crianças entre 2 e 4 anos morreram e duas funcionárias da escola (inclusive a diretora) foram presas.

Show no Canecão Mineiro  (MG)

Em 2001, um acidente com a queima de fogos no palco gerou um incêndio que matou sete pessoas e deixou mais de 300 feridos em Belo Horizonte. A casa de show não tinha alvará para funcionamento e o proprietário, um produtor e dois músicos foram condenados. 

Fonte: Exame.com

O que é e para que server um sprinkler no combate a incêndios

Ilustrativo

Um sprinkler é um dispositivo comumente utilizado no combate a incêndios. Ele é composto de uma “armadura”, um elemento sensível, chamado bulbo. O bico de sprinkler é rosqueado a uma tubulação pressurizada e permanece fechado por tampa travada pelo bulbo. As roscas normalmente são de ½” ou ¾” NPT. No interior do bulbo um líquido se expande a uma determinada temperatura de maneira que a cápsula seja rompida, quando um incêndio for iniciado, liberando a água para atuar no combate.

Dentro da linha de equipamentos fixos de combate a incêndios, os sprinklers tem se mostrado um dos meios mais eficientes e econômicos, que podem diminuir os prejuízos à sua propriedade. Talvez, seja porque são sistemas anti incêndios que funcionam sem a necessidade da ação humana imediata, já que são instalados nos ambientes, produzindo sua “chuva” característica quando a temperatura atinge níveis elevados.

Ao redor do mundo, sprinklers são fabricados com bulbos que se abrem quando as temperaturas chegam em 68, 79, 93 e, até, 141 Cº. No Brasil, a maioria dos sprinklers disponíveis no mercado foram feitos para abrirem à temperatura de 68 Cº, mas existem outras variações disponíveis, mesmo essas sendo as mais comuns.

Voltando aos detalhes da sua aplicação, o bulbo do sprinkler se rompe, a medida que o incêndio já foi iniciado e a temperatura só faz aumentar. Nesse ponto, a água que é liberada pela tampa rompida, e cai de forma circular, chegando a cobrir uma área de 16 m² dependendo do modelo utilizado. Na maioria dos ambientes, instalar um sprinkler significa, quase que obrigatoriamente, ter que instalar outros dele, também, uma vez que se o incêndio estiver em um nível mais intenso, se alastrando para outras áreas, outros sprinklers poderão se abrir e controlar o fogo. Dois ou três deles abertos costumam ser suficientes para o combate, e não existe nenhum risco do fogo de um ambiente provocar a abertura de um sprinkler em outro lugar se não o afetado pela elevação da temperatura, já que eles se abrem individualmente.

A HISTÓRIA DO EXTINTOR DE INCÊNDIO

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O primeira versão do extintor portátil moderno foi inventada por William Manby, um membro da milícia britânica, em 1813. Ele era constituído por um recipiente de cobre de 3 galões (13,6L), que continham em seu interior carbonato de potássio.

No final do séc. XIX, em 1866, o francês François Carlier inventou o extintor de soda-ácido. Ele era feito com uma ampola de vidro carregada com ácido tartárico que quando era rompida, caía em uma solução de água e bicarbonato de sódio, gerando pressão suficiente para que a solução fosse liberada. Em 1881, o americano Almon M. Granger patenteou, nos Estados Unidos, o extintor à base de bicarbonato de sódio e ácido sulfúrico.

No ano de 1904, foi inventado na Rússia o extintor de espuma química. Seu inventor, Aleksandr Loran, utilizou um sistema similar ao de soda-ácido, trocando somente as substâncias, com bicarbonato de sódio na água e sulfato de alumínio na ampola interna, cuja reação criava uma espuma e o gás dióxido de carbono, que expelia a espuma em forma de jato para fora do extintor.

Em 1910, começaram a surgir os primeiros extintores com agentes líquidos vaporizantes. O pioneiro foi o de tetracloreto de carbono, desenvolvido pela empresa Pyrene, que embora tivesse alta eficiência no combate ao fogo, liberava vapores tóxicos e suas reações com as chamas acabavam gerando cloreto de hidrogênio e fosgênio, que também eram tóxicos. Eles seriam retirados do mercado mais tarde, nos anos 50.

Após a Segunda Guerra, nos anos 40, surgiu na Alemanha o clorobrometano líquido, que seria usado em aeronaves. Foi nesse momento que o termo ‘’líquido vaporizante’’ foi inserido no mercado oficialmente. No entanto, sua fabricação seria proibida em meados de 1960, pois o vapor e combustão de seus produtos eram extremamente tóxicos, podendo provocar mortes em lugares confinados.

No ano de 1924, a Companhia Walter K. inventou o extintor de CO2 (Dióxido de Carbono), que era fabricado a partir de um cilindro de metal contendo 3.4 kg do agente, com uma válvula e uma mangueira. Até hoje esse tipo de extintor é utilizado para incêndios classes B e C.

Pouco depois, em 1928, uma empresa chamada DuGas (mais tarde comprada pela ANSUL), patenteou um extintor químico seco, que utilizava bicarbonato de sódio especialmente tratado com substâncias químicas para mantê-lo leve e resistente. Esse foi o primeiro agente extintor disponível para incêndios em larga escala originados por líquidos e gases, e foi assim até que em 1950 ele começou a ser comercializado para uso residencial.

Nos anos 70, o halon 1211 veio da Europa para os EUA, onde era utilizado desde os anos 50. O Halon 1301 foi desenvolvido pela DuPont e pelo exército americano em 1954. Ambos atuam inibindo a propagação do fogo. Esse sistema é utilizado até hoje em aplicações militares e aeronáuticas, com restrições ambientais em diversos países.

No Brasil a Bucka foi pioneira na introdução de diversos tipos de extintores, até recentemente como o extintor Fe-36, utilizado em salas de ressonância magnética, o extintor classe K para cozinhas industriais fabricado em aço inox e ainda extintores especiais classe D para metais pirofóricos.

Quais são as principais causas de incêndio em casa?

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Eletricidade

Os curtos-circuitos são grandes motivadores de incêndios. Instalações malfeitas, fiação antiga e sobrecarga são fatores de atenção. Equipamentos superaquecidos (inclusive panelas) são perigosos, já que acontece o aumento de temperatura até que ela atinja o nível de ignição.

Desde aparelhos elétricos, que ficam muito tempo ligados sem ventilação adequada, até o uso de adaptadores para ligar diversos aparelhos ao mesmo tempo: tudo isso colabora para que o risco de incêndio seja mais alto.

Para evitar que incidentes com eletricidade provoquem incêndios, faça uma verificação minuciosa da parte elétrica de sua residência. Confira se a fiação não está exposta e adquira um bom seguro residencial. Alguns cobrem esse tipo de assistência a fim de prevenir qualquer perigo contra incêndio.

Inflamáveis e chamas

Isqueiros, fósforos, velas e afins podem causar um grande problema, bem como a chama do fogão. É preciso tomar cuidado com as crianças, já que qualquer manuseio descuidado desses itens pode gerar um incêndio, entrando em contato com materiais e líquidos inflamáveis como aerossóis, por exemplo.

Quando mal vedados, vasilhames que hospedam inflamáveis desprendem gases que se espalham até que encontrem uma fonte de combustão.

Desse modo, não deixe que esses produtos próximos uns dos outros. Certifique-se sempre se deixou todos os objetos perigosos fora do alcance das crianças e de preferência tenha extintor de incêndio em casa.  Saiba que os extintores variam conforme o tipo de ignição das chamas.

Vazamento de gás

O botijão comumente usado em cozinhas domésticas, quando não é corretamente instalado, pode causar incêndios e explosões. O gás é altamente inflamável e, ao entrar em contato com qualquer fonte de eletricidade, inicia instantaneamente a combustão.

Situações que causam incêndios: manter o botijão perto de correntes elétricas, em compartimentos fechados ou ainda permitir o vazamento dele, mesmo que seja pela boca do fogão ou apenas pela mangueira.

Portanto, fique atento a essas circunstâncias e previna-se contra o risco delas.

Panelas esquecidas

Colocar a panela para preparar a comida no fogão e sair para fazer outras atividades domésticas também é uma das principais causas de incêndio. Em especial, as panelas de frituras esquecidas são as que mais provocam esse tipo de acidente. O óleo quente se queima rapidamente e logo provoca a formação de chamas.

Caso você se depare com essa situação em casa, a primeira atitude a ser tomada é cortar a alimentação desse calor, ou seja, ir diretamente até o botijão de gás e desligá-lo ou, se for gás encanado, fechar o registro. Nunca jogue água diretamente na panela, pois isso pode aumentar o tamanho das chamas.

Outra campeã no que diz respeito a incêndios é a panela de pressão. Uma vez esquecida no fogão, ela pode provocar intensa explosão, por isso muito cuidado na cozinha para não deixar que isso aconteça.

Determinadas brincadeiras de crianças

As crianças por si só são muito curiosas e, dependendo do que elas podem encontrar pela frente, pode haver grande risco de fogo. Assim, nunca deixe ao alcance delas fósforos, isqueiros ou qualquer outro objeto que gere chama.

Brincadeiras dos pequenos com esses materiais também estão principais causas de incêndio. Por exemplo, se você tem plantas com folhas secas ou plantas artificiais e uma criança risca um fósforo e joga nelas, imediatamente elas pegarão fogo. Logo, as chamas já se espalharão pelos móveis e cortinas e, assim, um grande incêndio pode ser provocado.

Então, jamais deixe crianças sozinhas em casa, nem na cozinha onde há fogão com chamas abertas ou qualquer outro cômodo onde existam equipamentos que se aquecem.

Líquidos inflamáveis

É possível que você se surpreenda com a quantidade de líquidos inflamáveis que temos dentro de casa. A garagem e a cozinha são os cômodos que mais armazenam esses materiais considerados como perigosos, por seu risco de causarem incêndios. Por esse motivo, é fundamental que você confira em todos os ambientes da casa os produtos expostos e os fatores potenciais para o risco de fogo.

A má utilização dos líquidos inflamáveis e o acondicionamento inadequado podem gerar faíscas ao entrarem em contato um com outro, se forem incompatíveis. Isso é o que ocasiona um incêndio acidental, representando uma ameaça aos ocupantes da casa.

Mesmo as garrafas vazias são perigosas. Então tome muito cuidado! Não deixe os frascos próximos à chama, não atire os líquidos inflamáveis no fogo e não permita que esses vasilhames, cheios ou vazios, façam parte de brincadeiras de crianças.

Agora, você já conhece as possíveis causas de incêndio em residências. No entanto, como podemos evitá-las? Confira!

Como Utilizar um Extintor de Incêndio

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Saber como operar um extintor de incêndio pode salvar vidas em uma emergência. A estratégia ideal para usá-lo exge os seguintes passos: retire o pino de segurança, aponte a mangueira para o foco do incêndio e aperte o gatilho. No entanto, antes de usá-lo dessa maneira, é muito importante determinar se ele é adequado para o tipo de fogo a ser apagado. Além disso, no caso de qualquer outra dúvida sobre como operá-lo, evacue o imóvel imediatamente e chame o corpo de bombeiros.


Localize uma saída de emergência.
 Antes de usar o extintor para apagar um incêndio, é importante seguir algumas regras de segurança. Procure a saída mais próxima e posicione-se com as costas viradas na direção dela. Dessa forma, será possível escapar mais rápido no caso de uma emergência

Trabalhe a uma distância segura das chamas. Muitos extintores de incêndio funcionam entre uma faixa de 2,5 m a 4 m. Antes de descarregar o extintor, posicione-se de modo que você fique a uma distância de 2 m a 2,5 m.


Retire o pino de segurança para usar o extintor.
 Todo extintor tem um pino inserido na alavanca que o impede de ser descarregado acidentalmente. Para acioná-lo, segure o anel na lateral da alavanca e puxe o pino para fora.

  • Agora que o extintor está pronto para descarregar, segure-o de forma que o bico fique apontado na direção do fogo.

Aponte a mangueira para a base do fogo. Segure a alavanca inferior (a alça de transporte) com uma mão e a mangueira ou o bico do extintor com a outra mão. Em seguida, aponte a mangueira diretamente para a base do fogo e não para as chamas, pois será necessário apagar o combustível que está queimando.

  • Com extintores de dióxido de carbono, mantenha as mãos longe do difusor de descarga de plástico, pois ele ficará extremamente frio.

Em novo decreto, Governo do RN determina uso obrigatório de máscaras em locais públicos

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O Governo do Rio Grande do Norte prorrogou as medidas de contenção ao novo coronavírus (Covid-19) por mais 15 dias em decreto publicado nesta terça-feira (5). O texto assinado pela governadora Fátima Bezerra renova as normas de isolamento social e traz a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos a partir de quinta-feira (7).

O uso da máscara, que antes era apenas recomendado, passa a ser obrigatório para o acesso aos serviços considerados essenciais, que permanecem abertos. O equipamento de proteção – industrial ou caseiro – também vale para circulação nas ruas e prática de atividades físicas em espaços públicos ou privados de uso coletivo.

Os estabelecimentos que funcionam em sistema de delivery também devem garantir a disponibilização de máscaras de proteção aos funcionários. O acessório também passa a ser obrigatório para os entregadores. O descumprimento do decreto poderá resultar em multa e sanção penal, conforme o artigo 268 do Código Penal.

O novo texto obriga o uso de máscaras a partir de quinta-feira (7). Os municípios que já adotaram a medida não terão prejuízos, segundo o governo estadual. As aulas permanecem suspensas até 31 de maio nas redes pública e privada, no Rio Grande do Norte. A Secretaria Estadual de Educação pode autorizar a antecipação das férias na rede pública.

Incêndio atinge apartamento em condomínio na Serra, ES

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O cuidado com as medidas de prevenção contra incêndios em casa deve ser dobrado num período de quarentena, no qual a maioria da população se encontra em casa. Casos de incêndios em apartamentos e casas começaram a aparecer com mais frequência. Incêndio atinge apartamento em condomínio na Serra, ES. fogo começou em um dos quartos e se alastrou rapidamente. Não houve vítimas. De acordo com a moradora, o fogo começou por volta das 13h30, no quarto da filha dela, que tinha saído para comprar um remédio. O cachorro da família precisou ser resgatado.

O tenente do Corpo de Bombeiros que atendeu a ocorrência, Graça Júnior, explicou como ficou a situação do apartamento depois do incêndio.

“O apartamento e até o corredor estavam tomados de fumaça. A equipe conseguiu exterminar, só que o apartamento já estava todo tomado pelas chamas. O imóvel foi bastante danificado, principalmente o quarto, que dá a entender que pode ter começado por ali, mas só vamos ter a confirmação com a perícia”, explicou. Por volta das 14h30, o fogo foi controlado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a pericia de incêndio foi acionada em ambos apartamentos, para analisar as causas, além da Defesa Civil Municipal, que irá verificar a parte estrutural do imóvel.

Bombeiro fala sobre armazenamento de álcool 70% em carros

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Segundo a autoridade do Corpo de Bombeiros é possível sim a combustão por dispersão de gás inflamável.

Nos últimos dias nas redes sociais passou a circular uma foto com mensagem que alerta sobre o armazenamento do álcool 70% dentro de veículos.

“Um aviso muito importante. Não deixem o álcool em gel dentro do carro no sol. Meu carro acabou de pegar fogo. Voltei do mercado e estacionei na rua. Não deu 30 min e o carro estava pegando fogo. Por sorte o vizinho viu e conseguimos apagar com a mangueira. Graças a Deus ninguém se machucou. Acionei o seguro. Avisem a todos. Muito cuidado com o álcool em gel”, diz o texto da suposta vítima.

“Dentro de um veículo a temperatura vai passar esses 18 graus, principalmente em Roraima.  Só que isso não vai ser suficiente pra romper uma embalagem, pois ela suporta muito mais calor. Baseado nisso, não tem como somente o calor que fica no veículo fazer com que qualquer recipiente se rompa e cause o incêndio. Mas, dependendo da posição do veículo e do sol, os vidros do carro podem se tornar uma lupa”, destacou major Joseney Freitas do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima

Freitas também apontou a possibilidade da concentração do calor por meio da “lupa” provocar o aquecimento da substância, pressionando a embalagem com o gás inflamável.

“Se a pessoa tiver um recipiente com álcool dentro do veículo e ele estiver em um local acondicionado, onde não vai ter essa incidência de raios solares sobre ele, não vai haver um perigo tão grande. Mas, vai continuar existindo perigo por conta da temperatura que causa a liberação do gás inflamável”, finalizou.

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